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3 de outubro de 2012

Resenhas: Filmes que assisti em Setembro

Post meio atrasadinho porque eu tava na cozinha filmando receita, né gente, perdoa. 


360 

Não dá pra não dizer que não gostei porque me envolvi com a história e isso não acontece quando o filme é ruim. O que eu achei é que, pra esse tipo de filme (tudo está relacionado, o mundo dá voltas, a vida é um ciclo etc), o enredo foi meio fraco. Fiquei esperando maiores desenrolamentos e intrigas, mas nada grandioso aconteceu. As partes que eu mais gostei foram as que me deixaram nervosa na expectativa de que "agora vai" - se o "agora vai" tivesse ido, eu estaria falando melhor do filme agora. Valeu a pena por causa das roupas da Rachel Weisz.


Compliance

Esse filme foi incrível. Não sabia o que esperar quando resolvi assistir e me surpreendi. Acontece que a gerente de um restaurante de fast-food, no dia mais ocupado da semana, recebe uma ligação de um policial meio esquisito. Parece que uma das funcionárias do restaurante roubou dinheiro da bolsa de uma cliente e o policial precisa que a gerente o ajude a resolver o problema. A maneira como a história se desenvolve é muito interessante porque te faz questionar tudo que acontece. O que será que eu faria naquela situação? Será que dá pra saber o que eu faria sem nunca ter passado por algo parecido? É claro que algumas coisas que acontecem acabam parecendo absurdas no estilo "isso nunca aconteceria no mundo real", mas nesse caso acho que a gente simplesmente não tem como julgar. Muitos estudos já foram feitos tanto sobre a maneira como o ser humano reage quando tem poder, como quando é submetido à ordens horríveis e humilhação. Basta dizer que o filme é baseado em fatos reais. Parada louca psicológica, manos. Se assistirem, me contem depois. 



Bachelorette (Quatro Amigas e um Casamento)

Apesar do tema parecer meio recente, a comédia não decepciona. O humor é bem mais negro que o de Bridesmaids e a história não fica só na comédia. De vez em quando o filme te dá uns tapas inesperados de realidade. Eu valorizo essa qualidade (se for na dose certa, como nesse caso) em filmes de comédia porque acho que coisa toda fica um pouco mais real em vez de engraçada "porque sim" (embora isso também seja legal). Você se envolve com as personagens e o filme vai entregando detalhes sobre a vida de cada uma devagar. Não é o filme mais engraçado que eu já vi, mas vale a pena pelo lado negro do humor e da vida. Também foi legal ver a Kirsten Dunst interpretar um papel diferente do de boa moça de sempre.



Devil Inside (A Filha do Mal)

Bom, eu adoro filme de terror-espíritos-exorcismo-sangue-susto, né? São os mais me entretêm, não adianta. Quando ouvi falar desse, fiquei toda felizona porque fazia tempo que não saia coisa nova mãs as críticas foram deprimentes. Tudo quanto era lugar que eu lia sobre o filme detonava o coitado tanto, mas tanto, que eu nem me dei ao trabalho de assistir porque não é possível que todo mundo no universo odeie esse troço e eu seja a única que vá discordar. Então. Não achei ruim o sufiente pra justificar tanta crítica negativa, não. O que acontece é assim, o filme vai indo e, como todo bom filme dos capeta você fica achando que o negócio eventualmente vai se resolver de modo satisfatório tipo o bebê da vizinha agora tá cosdemonho. Mas não acontece. O filme termina sem explicar que diabos (rs) aconteceu e você fica lá tipo "sério que acabou assim?". O truque é assistir pelos sustos e não pela expectativa de um final bom. 



The Resident (A Inquilina)

Esse foi meio tosco. Apesar idéia ter sido boa e o filme ter caminhado enganosamente bem até certo ponto, a execução vai de ladeira abaixo quando a "ação" começa. Eu gostei muito do começo, por exemplo, quando depois de só um pouquinho de tempo de filme (você achando que tá sabendo legal das intenções da galera) tudo vira, num flashback de minutos. Uma coisa que me prende demais em histórias em geral é quando eu, fora da história, sei mais do que quem tá dentro dela, vivendo inocentemente. Fico querendo saber como a personagem vai descobrir o que tá acontecendo, o que vai fazer, como vai reagir. Essa, inclusive, foi outra parte que eu gostei no filme. Gostei do jeito que ela descobre (apesar de que, naquela situação, ter equipamento instalado e o velhinho da empresa indo embora ao mesmo tempo que o dono do apartamento chega foi meio forçado) e a reação foi muito boa - a mulher é boa atriz. Pena que foi aí que começou a tosqueira mesmo. De repente, um filme super tenso de suspense vira produção caseira de "terror" com direito a neguin fingir que morreu e abrir os olhos dramaticamente pra pegar o outro, sabe? Tosco. Já que tô reclamando, digo também que não entendi a necessidade exacerbada de tentar deixar a Hillary Swank sexy. Uma cena tomando banho, ok, mas lá pela quinta vez que ela deixa a toalha cair no chão eu já tava achando que os azulejos do banheiros tavam mais sedutores que ela. 



Looper (Looper - Assassinos do Futuro)

Estou sabendo da polêmica que o filme tá causando porque, aparentemente, o povo resolveu discutir o filme aqui nesse universo paralelo chamado ~internet~ em que discussões inúteis viram questão de honra. Acompanhei as críticas, concordo em alguns pontos e discordo em outros. Pra começo de conversa: o filme é bom. Gostei do jeito que o "mundo do futuro" é retratado porque é realista, achei a lógica do serviço de um looper completamente aceitável (inclusive a idéia de que é o looper que "fecha o seu ciclo") e achei interessante, no contexto, que a merda toda acontece por amor. As atuações foram todas muito boas: teria sido fácil pesar a mão representando um Bruce Willis jovem, mas o Joseph Gordon-Levitt usou a medida certa (nem sabia que era ele até pesquisar pra escrever esse post - ficou muito diferente no filme!!). Emily Blunt também foi bem e o molequinho foi impressionante. Dito isto, algumas partes do filme deixam a desejar em termos de explicação. Não explicam direito como a viagem no tempo funciona (regras, limites, consequências), nem como o molequinho saiu superpoderoso (se foi por causa do tal TK porque tanta indiferença com o assunto no começo?) e algumas outras coisas do tipo. Ao contrário de algumas resenhas acaloradas que eu li online, porém, esses "buracos" na trama não me fizeram perder o interesse na história porque não eram essenciais ao enredo - o que não significa que não me incomodei com essas perguntas não-respondidas, principalmente depois que o filme acabou e eu tive mais tempo pra pensar. De qualquer modo, acho que o filme vale a pena. Recomendo. 


End of Watch 

O filme é sobre o dia-a-dia de dois policiais em Los Angeles. Os dois são jovens e um deles tá numas de filmar tudo que acontece. Ao decorrer do filme, é inevitável acabar gostando dos dois e, justamente por isso, a história vai ficando cada vez mais tensa. Eles entram em uns buracos que só dá vontade de gritar "FI, SAAAAI DAÍ! NÃO MEXE NISSO, VAI PRA CASAAA!!!" pra ver se eles ouvem e param de enfiar em situações perigosas. Várias áreas diferentes do crime acabam aparecendo no filme, que usa um humor leve pra contrabalancear os climão. Os dois são relativamente inocentes e isso também contribui pro suspense do filme. Eu ficava o tempo todo pensando no bem deles, sabe? A única coisa que eu não gostei foi da tal câmera de mão - tava mexendo tanto que teve uma hora que começou a me dar enjôo (graças ao diretor não é a única câmera ao longo do filme todo, algumas são fixas no carro e outras são "normais", do ponto de observador). O final é meio chocante e a escolha da última cena é bem... peculiar. Ah, uma curiosidade pra vocês repararem quando forem assistir: o Jake Gyllenhaal com a arma não lembra o Capitão Nascimento invadindo a favela?


Cidade de Deus

Mais um filme brasileiro famoso que eu não tinha visto ainda! Achei bom. Gostei da narrativa da história e do jeito que explicam como a liderança do tráfico passa de mão em mão. Fiquei meio perturbada com aquela cena com as duas crianças contra a parede. Acho que é por saber que esse tipo de coisa acontece de verdade, sei lá. Outra coisa que eu gostei foi do filme ter se passado nos anos 70. É legal reparar nos figurinos, nos carros e equipamentos - é tudo tão... de verdade! E a galinha correndo pra não virar espetinho? Risos.


Melhores: Compliance 
Piores: 360 e The Resident

3 de julho de 2012

Resenhas - Filmes que assisti em Junho


Mais um post ligeiramente atrasado, mas tudo bem porque ninguém percebeu!


Men in Black 3 (Homens de Preto 3)

Bem divertido, como sempre. Josh Brolin, o ator que interpreta o “Agent K” jovem, é incrível. Realmente é difícil lembrar que não se trata da mesma pessoa, só que mais nova. O filme é meio longo e eu ouvi pessoas saindo do cinema reclamando que a história se arrastou um pouco. Não achei tão mal assim e adorei o jeito que de repente a história toda fez sentido, no final. Saíram até umas lagriminhas. Recomendo!


What to Expect When You’re Expecting (O Que Esperar Quando Você Está Esperando)

Teve partes engraçadas e, até meio surpreendente pra esse tipo de filme, partes mais sérias, tratando de problemas “reais”. É sempre interessante ver brasileiros em filmes de Hollywood e, pelo menos dessa vez, o Rodrigo Santoro teve falas de verdade. Uma coisa que eu reparei e que não pode deixar de ser mencionada: existe Photoshop pra vídeo? A cara da Cameron Diaz simplesmente não estava natural - e não era só reboco de maquiagem. Todo mundo sabe que ela tem rugas no rosto, que aconteceu? E já que estou falando mal, e esses braços à la Madonna, hein Cameron? Vamos dar um jeito nisso aí, amiga. O filme em si é legal, não foi tempo perdido mas também não foi “a” experiência de vida. Recomendo em caso de tédio.


Safe House (Protegendo o Inimigo)

Não gosto muito desse tipo de filme, então... blá. O história demora um pouco pra começar a fazer sentido e a falta de atitude do Ryan Reynolds até mais ou menos o meio do filme me deu agonia. Gostei da personalidade do Denzel Washington no filme e, apesar de certas decisões que são tomadas ao longo da história não fazerem muito sentido (tipo, quem faria isso no mundo real?), o jeito que as coisas terminam dá uma sensação boa de recompensa. Acho que pra esse estilo, o filme poderia ter sido melhor executado. Ficou na média.


Monster-in-Law (A Sogra)

Esse é um daqueles clássicos que eu sempre acabo assistindo quando vejo passando na TV. Acho divertido todas as vezes. Adoro quando a Jennifer Lopez finalmente percebe que pode dar o troco na mesma moeda e começa a aprontar pro lado da sogra louca.



Role Models (Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço)

Um minuto de silêncio em homenagem à mais um nome de filme assassinado pela tradução.

Pelo trailer parece ser mais engraçado, e eu odeio quando isso acontece. Você começa a ver o filme achando que dará altos risos e bom, não. Acho que o menininho que fica “sob responsabilidade” do Sean William Scott foi o único responsável pelas minhas eventuais risadas. Nem o McLovin que é O MCLOVIN me convenceu. Acho que eu tava esperando demais só porque sabia que era um filme com o Paul Rudd. Meh.


Bride Wars (Noivas em Guerra)

Acho que só tinha visto uma vez antes, mas entra na mesma categoria de “A Sogra”. Esses filmes de menina são muito irresistíveis, não aguento e gosto meio que autmaticamente, sabe? Pra quem nunca viu, a história é sobre duas amigas de infância que planejam o casamento juntas desde quando eram crianças. Dá uma coisa errada com as datas (as duas ficam noivas na mesma época) e o casamento das duas acaba sendo marcado pro mesmo dia, por acidente. Ao longo do processo, elas passam de cordiais a fora de controle e tem umas cenas bem boas. Recomendinho.


Hick (Hick)

A menina tem uma família meio "quebrada" e sai de casa aos 13 anos pra ir para Las Vegas. No caminho, ela acaba se envolvendo com umas pessoas bem estranhas. Achei a atuação da Blake Lively muito boa e gostei bastante do Eddie Redmayne fazendo papel de psicopata. Ele tem uma cara bem compatível pro personagem, digamos assim. Sobre a Chloe Moretz, não sei. Gosto dela como atriz e tenho certeza que ela tem futuro na indústria. O que não gostei muito nesse filme foi ter visto uma discreta introdução dela para o mundo como “mulher sexy”, acho muito cedo pra isso (ela tem só 15 anos). A inclinação da Chloe pra esse tipo de persona ficou clara desde Kick-Ass, quando ela interpretou um papel de menina novinha mas independente e forte. Veremos como a carreira dela se desenvolve. O filme em si é bom, mas algumas decisões tomadas não fazem sentido num contexto de vida real (estilo Safe House, é assim porque é filme e não vida real, simplesmente) e isso me incomoda um pouco. Ela fica naquela situação porque é inocente ou é só pro filme continuar mesmo? Quem assistir venha comentar comigo!


Madagascar 3 - Europe's Most Wanted (Madagascar 3 - Os Procurados)

Bem divertido. Acho que gostei mais desse do que dos outros dois (e gostei menos de todos dessa série do que de outras animações da Dreamworks que eu gosto bem mais). Vi em 3D e os efeitos e cores são lindos, isso deve ser dito. Adorei a cena do ta ta ta ra ra ra ta ta CIRCUS e algumas outras coisas foram bem engraçadas também. No geral, vale a pena!


Snow White and the Huntsman (Branca de Neve e o Caçador)

Infelizmente, esperava mais. O trailer do filme é tão incrível e obscuro que me fez achar que o filme todo seria mais intenso. Talvez tenha sido a falta de uma trilha sonora mais forte, não tenho certeza. De qualquer maneira, gostei muito da interpretação diferente da história e os efeitos especiais foram super bem feitos. Por incrível que pareça, não odiei da atuação da minha sósia Kristen Stewart (pessoas demais já disseram que eu pareço com ela, nunca sei se é elogio). Na verdade, a cena em que ela dança com os anões foi uma das que eu mais gostei. Outra que ficou marcada foi a que tem o bicho de chifre gigante, maravilhosa. 


That’s My Boy (Este é o Meu Garoto)

Considerando que é um filme com o Adam Sandler e que ele não tem participado dos melhores filmes ultimamente, esse foi ok. Algumas partes foram de comédia bem sessão da tarde, e outras, mais inteligentes. A história é baseada num caso real (nos anos 90 uma professora realmente ficou grávida de um de seus alunos da sétima série, foi presa e tudo). É legal, podem assistir. E tem a Leighton Meester que é linda.


Catch Me if You Can (Prenda-me Se For Capaz)

Nunca tinha visto e achei muito bom! Gostei do ritmo do filme, do jeito como a história se desenvolveu e do final! Não sei porque demorei tanto pra ver, já tinha ouvido falar bem do filme antes. Se vocês ainda não assistiram, assistam! Gostei mesmo.


Jeff Who Lives at Home (não achei a tradução)

Gostei bastante desse também. É um filme relativamente simples, mas a mensagem fica clara desde o início e evolui de um jeito bem legal conforme a história se desenrola. Não sei se foi a época da minha vida particular que me fez gostar tanto do filme, mas seja lá por qual motivo, gostei. Definitivamente não é comédia, mas tem cenas engraçadas. Recomendo!!


Melhores:  Catch Me If You Can e Jeff Who Lives at Home
Piores: Role Models. 

29 de fevereiro de 2012

Resenhas - Filmes que assisti em Fevereiro



How to Lose a Guy in 10 Days (Como Perder um Homem em 10 Dias)

Acho que esse é o filme que eu mais assisti na vida. Assisto todas as vezes que vejo passando na televisão. Só me dei conta disso esse mês, porque percebi que não só sei a ordem de todas as cenas, como também canto as músicas da trilha sonora ao decorrer do filme e sei exatamente o jeito que a Kate Hudson vai mexer o braço quando briga com o homem saindo da festa. Enfim - se você está no clima para uma comédia romântica, recomendo.



Extremely Loud and Incredibly Close (Tão Forte e Tão Perto)

Lindo. O filme explora uma visão diferente sobre o ataque ao World Trade Center e eu achei a abordagem do tema muito legal. A maneira como o filme acontece prende a atenção e te faz sentir como se estivesse na busca junto com o menino. Tem partes bem tristes que me arrancaram umas lágrimas - mas acho que isso só mostra que a história é realmente boa, porque eu não sou do tipo que chora em filme.



Chronicle (Poder sem Limites)

Filme digno de ir ver no cinema. Os efeitos especiais são bem legais e o som também. Gostei muito de como os protagonistas reagem ao descobrirem que têm super poderes porque acho que eu reagiria da mesma forma (diferente do tosco Homem Aranha, por exemplo). O final é meio esquisito - fiquei na dúvida se deixaram a porta aberta pra um segundo filme ou se os, digamos, "barulhos", foram só coincidência.



The Woman in Black (A Mulher de Preto)

É o Harry Potter numa casa mal-assombrada. Não sei se ainda é muito cedo ou se eu realmente nunca vou conseguir desligar o Daniel Radcliffe do Harry Potter, mas nesse filme ainda não deu. Independentemente disso, na minha opinião o filme deixou a desejar. Achei o ritmo lento e certas cenas repetitivas demais. Sabe aquele clássico momento de filme de terror, em que a personagem principal anda vagarosamente em direção a uma porta entreaberta? Então, isso acontece pelo menos umas cinco vezes. A história é fraca e alguns detalhes ficam sem ser explicados direito (odeio quando isso acontece). Uma coisa que sempre observo em filmes de terror é a maneira como os sustos ocorrem - valorizo muito mais o "terror" quando ele não é causado pela música. Nesse filme, a trilha sonora foi totalmente responsável pelos sustos que levei, e isso na minha escala terrorífica pessoal é fail. Não recomendo.



The Vow (Para Sempre)

Sempre gosto dos filmes que a Rachel McAdams faz. A história é que ela é casada com o Channing Tatum (tão forçando esse cara goela abaixo agora, ele tá em uns três filmes em cartaz) e quando ambos sofrem um acidente de carro, ela perde a memória e esquece dele completamente. Apesar da ideia parecer com a de 50 First Dates (Como se Fosse a Primeira Vez - com Adam Sandler e Drew Barrymore) não tem nada a ver. The Vow é meio triste e agoniante, te faz questionar o que faria se estivesse no lugar de um dos dois. Eu gostei.



The Artist (O Artista) 

Filme incrível! As atuações são fantástticas, a trilha sonora é muito divertida e a história é encantadora. O filme se passa nos anos 20 e mostra a tragetória do cinema passando de mudo a falado pela experiência de um ator famoso de filmes mudos. Uma das melhores cenas é a do sonho (não vou explicar mais para não estragar a experiência de quem ainda for assistir). Admiro muito a coragem de quem teve a ideia, investiu e acreditou nesse filme quando ainda estava na fase de produção. Fazer um filme quase totalmente mudo numa realidade em que a tecnologia é tão avançada e o público tão impaciente é, no mínimo, digno de respeito. Acho muito legal que foi reconhecido pela Academia - o filme mereceu todos os prêmios que ganhou, com certeza. Ah, e tem um dógui muito do fofo também que agora vai nos eventos de premiação de gravata borboleta.



Goon (não achei a tradução desse mas boa sorte Brasil, vai virar algo tipo "As Aventuras no Gelo")

Comédia sobre hóquei - a história é sobre um cara que não sabe jogar muito bem, mas dá porrada em todo mundo e entra no time para isso. Bem engraçado e sangrento, Goon tem causado certa polêmica aqui no Canadá. Hóquei é um dos esportes mais famosos por aqui e acaba sendo retratado de uma maneira extremamente violenta no filme - e o problema é que não é necessariamente exagero. De qualquer modo, o filme é bem divertido (o cara é um brutamonte mas é super educado e inocente), tem efeitos de câmera lenta bem gráficos e interessantes e trilha sonora é ótima. Recomendo!



Melhores: Extremely Loud and Incredibly Close, The Artist e Goon.
Piores: The Woman in Black.

Vejam aqui a lista dos filmes que vi em Janeiro!