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12 de maio de 2013

Não tenho mais desculpa, então... oi!

Vish, será que eu ainda sei escrever?!

Acontece que minha desculpa de computador podre já não tá mais valendo há quase um mês e eu desde então tô aqui só na miúda vendo se alguém ia reclamar. 

Minha experiência com vídeo no "tal de VEDA" foi bem legal. A verdade é que eu sempre tive um pouco mais de preguiça pra vídeo, sabe. Gravar dá muito mais trabalho do que sentar e escrever. Fora que se colocar em vídeo só não é literalmente dar a cara pra bater porque ainda não inventaram tapa via download. Mas quando o resultado é legal, é realmente muito legal. Não dá pra negar que vídeo tem um potencial de alcance bem maior que texto e no fim das contas, interação é o que acaba servindo de combustível pra produção de conteúdo pra internet, certo? 

Sim e não. Porque eu sinto falta de escrever mesmo quando tô fazendo um vídeo por dia. Escrever é uma experiência diferente, um sentimento diferente. E pra mim tudo bem se ninguém ler. Quando se trata de vídeo eu fico mei assim porque sei que nem assistir vídeo direito o povo assiste, mais. Muitas coisas precisam ser resolvidas, então play e bora mil outras abas. Escrever eu faço mais pra mim e se alguém resolver participar do processo como leitor, tô no lucro (obrigada à todo mundo que me lê, vocês são uns lindos). 

Tá, e por que fiquei tanto tempo sem escrever?! Não sei. Me dá isso, às vezes. Tudo bem que tô incomodada com o layout do blog e que realmente tava sem condições de parir criatividade naquele computador leproso que eu tava sendo obrigada a usar, mas sei lá. Me dá isso, às vezes. 

(interrompemos este texto pra avisar que o parágrafo a seguir é uma conversa comigo mesma apenas transcrita por motivos de começou termina)

Sabe o que eu acho que é? Passei o período inteiro do curso que fiz aqui me policiando tanto sobre o que eu podia e não podia escrever na "internet", que acabei simplesmente não escrevendo nada sobre nada. E me arrependo disso porque minha memória é fraca pra certas coisas. Devia ter inventado um código. E apesar de não escrever mais um diário, fiz várias anotações aleatórias nos papéis que eu tinha  por perto na época. Mas nem se compara a sentar e formular os pensamentos né? Argh, enfim. O que eu acho que talvez tenha me acostumado a deixar as coisas que realmente quero escrever em algum buraco negro da minha cabeça por medo de que algum filho da puta taque meu texto no Google Translate e mande pedaços descontextualizados pra Gossip Girl, dá pra entender?

Bom. Estou e sempre estive aqui. Não sei se ainda tem alguém aí, mas se tiver, oi! Acho que tô de volta!

20 de fevereiro de 2013

Update

Dei uma sumida boa, eu sei. Há um tempo estou querendo mudar um pouco a cara do blog, e essa fase de tentar encontrar a "ultima-versao-final-final-2.psd" de layout, logo etc acaba sendo meio frustrante pra mim porque começa a demorar, aí perco a inspiração, aí tenho um monte de idéias, aí não dá tempo, aí dá tempo mas dá preguiça, aí deixa assim mesmo, aí não mas eu nem gosto mais do que tá lá agora, aí dá pau nas tecnologias, aí eu hiberno. Passa quase um mês e oi, voltei. Parece que faz um ano que eu não abria o Blogger, muito estranho. 

Acho que enquanto eu não estiver com o computador novo minha criatividade vai continuar travada, pra falar a verdade. Essa vida de computadores semi-funcionais é muito bosta, parece que meu cérebro fechou pra esperar eu me resolver tecnologicamente. Fora que comprei um iPhone esses dias e tá difícil sair dele (e da cama). Nunca contrariei macfaguice alheia porque no fundo eu sempre soube que as coisas da Apple são de fato boas, mas depois que quebrei a barreira Microsoft/Windows e aprendi a lidar com os computadores do Jobs, me converti. Isso sem comentar que entrei no encantador mundo da App Store pra nunca mais sair né. Só pra constar, porém, mesmo achando tudo lindo, brilhante e perfeito, ainda acho babaquice pagar quase dois mil reais num celular.

O Calvin continua fofo. Cresceu bastante desde as últimas fotos que postei aqui (me sigam no Facebook e no Instagram que tem foto dele direto). Ele aprendeu a descer escadas (nunca vi tanta desconfiança vindo de um ser quatopatento) e semana passada finalmente entendeu que pode fazer xixi e cocô na rua (amém irmãos). Come todos os papéis e etiquetas do mundo. Outro dia acordei com ele silenciosamente mastigando a etiqueta do meu travesseiro. 

comendo a etiqueta da toalha
Fora isso, tô cogitando um blog novo em inglês sobre os assuntos "oramoda", já tenho até o logo. A Fashion Week daqui começa no meio de março, tô achando que vai ser o assunto de estréia. Se tiver alguém aí interessado nesses papo e/ou quiser ver como eu escrevo em inglês (nem eu sei direito ainda, rysos), me sigam no Twitter que eu provavelmente avisarei por lá. Só pra finalizar o assunto internet, o canal do Youtube não está esquecido. Tô me organizando. 

Fiz 23 anos, também. Pela primeira vez desde que criei esse blog, não escrevi um post no dia do aniversário. Tô ficando velha, gente, socorro. Meus aniversários agora são reflexivos, cadê minhas coxinha sabe?! Argh. Depois escrevo sobre isso.

Acho que deu pra dar uma geral né? Se quiserem conversar, estarei lá na caixinha de comentários o/

20 de novembro de 2012

Sentiram a minha falta?

Acho bom que tenham sentido, viu. Fiquei longe daqui por mais um de mês e se vocês não passaram cada dia desse tempo todo aqui no meu blog atualizando a página pra ver se tinha post novo, não sei o que mais vocês poderiam estar fazendo com as suas respectivas vidas. 

Bom. Não tenho explicação plausível pro sumiço porque apesar de ter começado pela falta de tempo, se prolongou tanto por pura falta de criatividade/liberdade pra escrever sobre o que eu realmente gostaria de escrever. É um saco quando isso acontece.

Pela primeira vez em muito tempo (talvez na vida), estou realmente querendo mais é que esse ano termine logo. Sempre achei meio idiota essa coisa das pessoas ficarem reclamando que o ano não termina nunca, como se a vida fosse mudar completamente só porque o número no calendário é outro. Agora entendo. Não necessariamente porque esse ano tenha sido ruim (foi), mas sim porque estou com expectativas pro próximo. Tenho idéias mas preciso de tempo de verdade pra colocá-las em prática. Tenho planos mas me preciso me livrar dos dementadores antes pra ver se consigo respirar que nem gente de novo. 

No mais, tô achando ótimo decorações de Natal pela cidade já. Sempre reclamo que o povo tem fogo natalino no rabo de ficar colocando lampinha até no cachorro mesmo que ainda faltem cinco anos pro próximo Natal. Pois dessa vez pra mim tá tudo lindo e minha árvore só não tá montada ainda porque estou evitando a fadiga. 

E vocês, gente? Como vai a família?

30 de setembro de 2012

Copos de plástico

Hoje eu quebrei o último copo de vidro que tinha sobrado do jogo de quatro. Os únicos que eu tenho agora são os que eu compro no cinema. Copos de capacidade pra pelo menos um litro cada um, temáticos e, ÓBVIO, de plástico. Eu tomo Coca-Cola neles, sabe. Virei esse tipo de pessoa, aparentemente. 

Estou no final da minha primeira semana (são duas no total) de recuperação física e psicológica (férias). Minha rotina vira de cabeça pra baixo e, apesar de passar horas no computador, fico meio ausente das redes sociais, sem querer querendo. Apesar de ler tudo, ver todas as fotos, ficar sabendo de quem tá grávida e quem morreu (bom saber que pelo menos o Beto Carrero ainda tá firme), assisto os dias amanhecerem silenciosamente aqui do fundinho da minha caverna. Esqueço de comer, mas tenho boas idéias, sonhos cinematográficos e bom - tempo pra pensar na vida. 

Falando em dias amanhecendo, o céu aqui já tá aquele azul escuro tipo "oi, tá começando outro dia no mundo das pessoas que acordam". Mas isso não significa nada porque provavelmente não vou conseguir dormir enquanto não chegar a uma conclusão sobre não ser capaz de manter copos de vidro na minha vida. 

14 de março de 2011

Sinal de vida

Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo mas eu ainda estou lembrando de respirar, o que é bom porque significa que eu continuo viva.

Os posts voltam logo!

Um beijo e até daqui a pouco.