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28 de dezembro de 2012

Melhores séries de TV de 2012

Meu esquema com séries funciona assim: ou assisto do começo ou não assisto. Quando vejo todo mundo falando bem sobre uma determinada série, vou olhar e descubro que ela tá na segunda ou terceira temporada, a primeira reação é sempre um certo desanimo. Quero fazer parte do assunto mas sei que só vou conseguir depois de passar alguns dias vendo a série inteira desde o primeiro episódio da primeira temporada. Por essas e outras, não assisto Dexter, The Walking Dead, Revenge e mais um monte que se vocês soubessem iam ficar todos tipo "mas geeeeente, tem que assistir, a série é ótima blablabla". 

Mas como a vida não é só feita de séries que eu não assisto, resolvi escrever um pouco sobre as principais desse ano, será que vocês vão concordar com as opiniões?

The Kennedys (lançada em 2011, mas só assisti esse ano)



Foi uma das que mais me impressionou. Não só pela qualidade de produção, mas pelo relato da história em si. Eu acordei um dia e por algum motivo que não lembro comecei a pesquisar sobre a morte do John F. Kennedy. Vi fotos, vídeos, teorias de conspiração. Eu sabia um pouco sobre o assunto, mas nunca tinha visto imagens e fiquei legitimamente em choque com os vídeos dos assassinatos (é tudo real, basta dizer isso). Minha curiosidade sobre a história chegou num nível que precisei ir atrás de mais informação até que lembrei da série com a Katie Holmes. Eu lembrava que "The Kennedys" tinha causado bastante controvérsia na época do lançamento - a série foi originalmente produzida para reprodução no canal History Channel, mas mesmo depois que os episódios já tinham sido aprovados por diretores executivos e historiadores do canal, acabou sendo cancelada por "representar a família de um jeito não muito positivo". Comecei a assistir no mesmo dia.

São oito episódios, um clima tenso o tempo todo. Você assiste o desenrolar da história sabendo o dia e o lugar em que tudo acontece e mesmo assim, quando o momento finalmente chega, ainda é surpreendente. A série é muito bem feita, não tem outro jeito de explicar. Os relacionamentos, o suspense, o figurino (!), a atuação - tudo muito bem produzido, escrito e pensado. Eu não sei de toda a história no nível "História" da coisa, mas não me pareceu nem um pouco maquiada pra fazer neguin parecer ser melhor do que era. Gente, não achei que uma série sobre política pudesse ser tão interessante,  viu, sinceramente. Muito, muito boa. Recomendadíssima.

American Horror Story 



Essa é mandatória pra quem gosta de terror. A segunda temporada está tão perturbadora quanto a primeira, talvez mais. Não é segredo que pro Ryan Murphy (criador e produtor de Glee e American Horror Story) "tabus sociais" são apenas assuntos, mas dessa vez o negócio tá indo além. Vai de nazismo até abdução alienígena, sabe como é? 

Eu gosto muito do aspecto de terror da série. Acho que a edição incrível contribui muito pro efeito assustador de algumas cenas. A iluminação e o posicionamento de câmeras também sempre me chamam atenção. Cada episódio parece um filme e sempre quando termina eu fico tipo "aaaaaahh já?!". Uma coisa que eu não tenho certeza ainda é a continuidade da história. Acho que às vezes dá preguiça no povo que escreve a série e eles acabam deixando uns causos meio jogados. Mas eu posso estar errada. Essa segunda temporada se passa em 1964 e conta o passado de personagens importantes da primeira. Ainda pode ser que tudo se encaixe. De qualquer maneira, vale a pena assistir pelo terror e pela produção.  

The X Factor USA


Decidi assistir X Factor esse ano pelo mesmo motivo que fez todo mundo assistir X Factor esse ano: Britney Spears e Demi Lovato de juradas. Apesar de gostar bastante de reality shows de música, nunca tinha acompanhado X Factor.

No começo achei que o programa tinha futuro, tanto pelos candidatos quanto pelas imagens legais de backstage e tal. Gostei bastante da fase nas (supostas) casas dos jurados, acho que foi a época em que os candidatos tiveram suas melhores performances. Na verdade, a melhor parte do programa inteiro, pra mim, foi a apresentação do Fifth Harmony na casa do Simon. Tão boa, mas tão boa, que eu lembro até hoje a nota que uma das meninas cantou e a reação automática do Marc Anthony logo em seguida, igual a minha.

Depois disso, porém, o programa todo foi um desastre atrás do outro. Começando pelos apresentadores, inclusive. Gente, o que foi a Khlóe Kardashian Odom de apresentadora, hein? O Mario Lopez nem me incomodava tanto, mas a Khlóe Kardashian Odom não dava pra aguentar. Gritava no microfone, interrompia todo mundo, colocava os jurados contra a parede, chamava as pessoas quinze vezes até conseguir a atenção, só fazia pergunta incoveniente... e as roupas? Ai, não dava. Tudo bem que deve ter sido o primeiro emprego da vida dela, mas pra resumir, acho que faiô.

No que diz respeito ao programa em si, produção péssima. O som tava sempre mal mixado, mesmo quando tinha banda ao vivo o negócio soava como karaokê. Num programa de música, o mínimo que daria pra esperar seria um som decente, né? Nem pros artistas "de verdade" a produção sonora aumentava, fala sério. E as câmeras dessincronizadas, os momentos de "this is it" em que nada acontecia, aqueles gráficos horríveis e desnecessários de "the lines are now open"? E a Britney Spears?!

- O que você achou, Britney?

(corta pra Britney com cara de confusa, ela percebe que tão falando com ela, se dirige pro microfone)


- It was amazing. 


(volta pra cara de confusa)


repeat 10x


Tavam fofocando na internet hoje que parece que ela vai ser despedida por "desempenho abaixo do esperado". Choque, não? Parece que tava todo mundo tão preocupado em controlar a mulher pra garantir que ela não falasse nenhuma merda que acabaram criando um robô. Depois ninguém entende o motivo dela sair raspando a cabeça e dando guarda-chuvada em fotógrafo na rua, risos.

Sobre a Demi Lovato - vi bastante gente reclamando sobre as opiniões dela, mas considerando que ela tá lá pra isso, o pessoal tava reclamando de trouxa, mesmo. O que eu achei ruim dela foram algumas escolhas de música e palco pros canditados "young adults" (concordava com o Simon nas críticas que ele fazia, basicamente). Em termos de personalidade, achei divertida. As sobrancelhas permanecem um mistério.

Em relação aos candidatos em si, motivo principal pelo qual uma pessoa teoricamente assistiria um programa desses, na minha opinão todos pioraram cada vez mais com o decorrer do programa. Não vi n-a-d-a de especial no tal Tate Stevens. Pra mim a história de coitadinho "não terei mais um emprego quando voltar pra casa, mas amo minha família" não colou em momento algum e o talento em si tava bem escasso. Existem MUITOS cantores country pelos Estados Unidos e MUITA gente melhor que ele nessa proposta de country "clássico". Ele desafinava direto, escolhia músicas nada a ver (conseguiu estragar a única que eu talvez fosse gostar "Somebody Like You") e, no geral, não tem uma voz diferente o suficiente pra ganhar um programa desse tipo. Isso fora a antipatia que peguei do sorrisinho nada modesto que ele dava depois de terminar de cantar as músicas. Argh, próximo.

Carly Rose Sonenclar. Tudo bem que a menina tem pulmões, é novinha e começou a temporada sendo relativamente carismática. Mas o tempo foi passando e eu acho que a quase-fama subiu na cabeça. Não gosto de gente fingindo ser humilde. Ou você é humilde ou você não é. A menina cantava em espetáculo da Broadway antes de entrar pro X Factor, sabe? Não vem querer fingir ser inocente aqui que não vou acreditar e ponto. Aquelas notas longas sempre iguais que ela enfiava em toooodas as músicas também cansaram. Chata.

E por último, Fifth Harmony. Era pra elas que eu tava torcendo. Achei ruim terem repetido música quando não precisava repetir (especialmente aquela, que tinha sido perfeita da primeira vez) e ficava com dó daquela menina que morava com um milhão de parentes - as piores roupas eram sempre dela. Mas o grupo era bom e todas cantavam bem. Eu queria muito de tê-las visto cantando alguma coisa das Spice Girls. Teria sido muito legal, vocês não acham? (sim)

Bom, acho deu pra entender que no geral eu achei o programa uma bosta né? Da próxima vez vou fazer vídeos reclamando semanalmente, podem esperar.

The Voice USA



Sabe tudo que eu acabei de falar mal sobre X Factor? O The Voice é o completo oposto. Pensem num programa BOM. Todos os jurados falam bem, dão conselhos de verdade e realmente tomam decisões focadas nos candidatos como artistas. A produção do programa é super profissional, a apresentação do Carson Daly é cada vez melhor e tudo parece confortável naquele estúdio. Isso sem contar a idéia fantástica por trás do programa: ouvir os canditados e escolhê-los pro seu time sem poder ver a cara de nenhum deles antes de tomar a decisão. Se gostam de você no começo, é pela sua voz e não pela sua aparência. Muito legal.

A música é sempre muito boa e a banda é incrível (é tudo ao vivo de verdade). Tudo bem que como todo o programa de música assim, sempre tem canditado chato e/ou desafinado de vez em quando, mas os finalistas dessa terceira temporada eram TODOS bons. Eu estava torcendo pra Cassadee Pope, mas teria ficado verdeiramente feliz se um dos outros dois tivesse ganhado em vez dela.

Eu gosto até das pequenas cenas mostrando os concorrentes em câmera meio lenta com o palco no fundo, mano. Esse programa é muito bom. Espero que não estrague agora que a Christina e o CeeLo tão saindo. Vi uma propaganda da temporada nova com a Shakira e o Usher num carro com o Adam e o Blake - não odiei, então bom começo. Ano que vem a gente volta a conversar sobre o assunto.

Don't Trust the B in Apartment 23


Série de comédia muito bem escrita, ritmo ótimo e um humorzinho negro de leve que nunca faz mal pra ninguém. James Van Der Beek interpretando a si mesmo é fantástico e todos outros atores são muito engraçados também. Recomendo!

Girls


Todo mundo já falou bem dessa, então acho que não preciso dar muitas explicações. Por ser uma série da HBO, tem uma pegada diferente, parece filme "alternativo". Gostei muito das personagens - é praticamente impossível não se identificar com algumas coisas que elas passam, pensam e falam. Por enquanto foi só uma temporada, mas já saiu trailer da segunda. Meninas, essa é especialmente pra vocês - assistam! 

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Outras séries que assisto e continuarei assistindo: Modern Family, 2 Broke Girls, Glee, todas do Gordon Ramsay (Masterchef é minha favorita) e Whitney. Chelsea Lately, After Lately, Love You Mean It e The Bachelorette são mais alguns programas que eu acompanho, mas não tão religiosamente quanto os outros. Se vocês quiserem saber mais detalhes sobre algum desses, peçam nos comentários que eu escrevo lá! 

1 de dezembro de 2012

Resenhas - Filmes que eu assisti em Outubro e Novembro

Af, gente. Eu nem tenho desculpa pra estar tão atrasada com essa lista, viu. Vamos direto ao assunto que tem filme pra caramba.




Paranormal Activity 4 ("Atividade Paranormal 4")

O filme foi bom, gostei bastante do clima desse em comparação com os outros. Pelo fato dos personagens principais serem adolescentes, a história flui melhor (mais rápida, talvez?) e tem mais humor envolvido. Gostei bastante das cenas na sala com os pontinhos verdes do video-game, só o fato deles existirem já é meio assustador (risos).


Sinister ("A Entidade")

Foi interessante. O filme é bem parecido com que o trailer promete, o que significa que não acontecem muitas "surpresas" em termos de desenvolvimento de personagens e história. O final foi meio tosco apesar de ligeiramente chocante (tipo, "nãaaaao ela não vai mesmo fazer isso") mas recomendo. Assista numa noite escura e solitária, quem sabe você dá uns pulo.


Pitch Perfect ("A Escolha Perfeita")

Gostei muito! É engraçado (Fat Amy presente em grande parte das melhores cenas), as músicas são boas (adorei a voz da Anna Kendrick) e a história é simples. Apesar do filme ser musical (a capella ainda por cima), não é essa a sensação que ele passa. Se vocês tiverem preconceito contra musicais, pensem em Pitch Perfect como uma comédia e assistam!


Winnie (não achei, mas deve ter sido traduzido como "As aventuras de uma mulher que, apesar do nome, não é o ursinho Pooh")

Entrei nesse meio que por acidente, mas não me arrependi. O filme conta a história de Winnie, esposa de Nelson Mandela, desde a infância até quando a merda bate no ventilador e você fica pensando "mas que diabos essa mulher tava pensando, gente?". Depois da prisão do marido, Winnie decide continuar na luta por igualdade e pelos direitos do povo negro. Só que, como tudo na vida, não dá tudo certo o tempo todo (no caso dela dá mais coisa errada do que certa) e ela toma umas decisões meio questionáveis ao longo da história. O mais incrível é que o filme é completamente baseado em fatos reais, então não dá nem pra ficar irritada com o jeito que a história se desenrola porque foi isso mesmo, sabe? Bom, vale a pena assistir. A atuação de ambos Jennifer Hudson e Terrence Howard (como Nelson Mandela) foram muito boas também, com certeza veremos a cara deles no próximo Oscar.


Brave ("Valente")

Fazia bastante tempo que não via nada novo no universo das animações, então resolvi assistir o filme da ruivinha. O sotaque dos personagens é bem diferente, mas dá pra acostumar depois de algum tempo (não sei o que fizeram com esse aspecto do filme na dublagem aí no Brasil, inclusive). Como eu já tinha visto alguns trailers e até gente falando sobre o filme na televisão, achei que tava sabendo bem da história - mas não. Gosto quando isso acontece. Bem bonitinho, a mensagem é muito legal e a animação em si é linda. Aprovado.


Rock of Ages ("Rock of Ages: O Filme" - ah vá) 

Argh, não gostei. Foi o primeiro filme no ano inteiro que me deu preguiça de continuar assistindo. Não sei se foi por causa da menina principal (chata) ou do tipo de música que não é exatamente o meu favorito, mas não me despertou interesse. Achei a performance da Catherine Zeta-Jones um tanto quanto tosca e a parte musical do filme (praticamente toda, no caso) muito clichêzona. Apesar de Rock of Ages ser originalmente uma peça da Broadway, ficou parecendo uma versão "adulta" (e em filme) de Glee. E o que aconteceu com o seu corpo, Tom Cruise? Sei não.


Savages ("Selvagens")

People from sky (gente do céu), meu queixo caiu tantas vezes ao decorrer do filme que nem lembro quantas. Do começo ao fim, você fica grudado na tela porque é um choque seguido de outro. Apesar da  Blake Lively estar bem Serena van der Woodsen nesse filme (regresso depois de Hick), todos os outros atores compensam na atuação. Os dois principais que estou com preguiça de pesquisar o nome, o John Travolta, o Benício Del Toro e até a Salma Hayek - todos incríveis. Outra coisa que eu gostei foi que a história se baseia num ponto mais "humilde" do que esses filmes sobre tráfico de drogas normalmente usam. Não sei por que eu acho isso, mas se esse filme fosse um suco, seria suco de laranja. Recomendo.


Sound of My Voice (não achei tradução)

Não sei se posso dizer que é um filme alternativo, mas já que não tem ninguém famoso e grande parte da ação acontece num porão, acho que faz sentido dizer que é alternativo. Começa e é como se você estivesse dentro do carro com os protagonistas, achei isso legal. Demora um pouco pra explicarem o que realmente está acontecendo e você se sente meio louco de estar fazendo parte de tudo, mas isso na minha opinião só prova que o filme faz um bom trabalho: conseguir que o espectador se sentir no meio da história é ideal, né? Bom, o final foi interessante mas, no geral, achei que faltaram detalhes. O filme acaba deixando perguntas "naturais", mas certas coisas poderiam ter sido melhor explicadas. 


Total Recall ("O Vingador do Futuro")

Foi muito bom. Não assisti o original então não sei dizer o que mudaram e o quanto mudaram a história, mas independentemente de ser remake, o filme é muito bem feito. Achei interessante (e um pouco assustadora já que é bem provável que se torne realidade) a maneira como representaram o futuro. Eu acho que o filme não estabelece uma data específica em que a história se passa, mas é dá a entender que é século 22. Tem tanto detalhe incrível que eu precisaria de um post inteiro só pra falar disso, mas resumindo, classe média vive num universo totalmente influenciado pela cultura chinesa (letreiros, luzes, comércio), as ruas e lugares públicos são absurdamente sujos, o clima é sempre nublado e meio chuvoso, e a tecnologia é, por falta de termos melhores, muito louca. Isso sem falar da idéia do tal "Rekall" que é um lugar que vende memórias como se fossem drogas pra quem quiser comprá-las. Quem gosta de ação, tem que assistir.


Safety Not Guaranteed (não achei, acho que não tem mesmo)

Esse tem um humor sarcástico. A história é divertida - depois que você passa pelos primeiros minutos de introdução das personagens, fica melhor. Algumas cenas são muito engraçadas, algumas nem tanto. Tem bastante coisa que poderia ter sido melhor explorada, especialmente no personagem do "repórter-chefe". Ele faz umas coisas que acabam ficando meio jogadas ao decorrer da história e no fim eu ainda tava sem saber qual era a dele. Mas vale a pena. O final é muito bacana - o filme terminou e fiquei boquiaberta olhando pra tela tipo "- sério?!". Bem legal, podem assistir (sim, eu deixo)!


Lovely Molly ("Adorável Molly")

Nossa manos, pensem num troço intenso. Assisti ao filme na semana do Halloween porque 1) adoro filmes de terror e 2) adoro ter desculpa pra assistir mais filmes de terror. Nunca tinha ouvido falar desse e nem trailer eu tinha visto (inédito isso, sempre vejo os trailers). O final foi meio sem noção, mas tudo antes do fim foi bem produzido/escrito. Não sei por que, mas esse negócio de final meio bosta acontece tanto em filmes de terror. 


The InnKeepers (também não achei, isso que dá ficar vendo filme esquisito)

Outro da semana do Halloween. Esse filme, apesar de meio lento, foi interessante. Sem maiores sensacionalismos (pelo menos até o quase-fim) e com um clima de tensão agradável. O problema é que a tensão acaba ficando maior porque não acontece nada durante muito tempo, sabe como é? A cena no porão, por exemplo. Deviam ter mostrado tudo (quem assistir vai entender do que eu tô falando). No final tudo fica meio tosco e neguin morre idiotamente, não precisava ter sido do jeito que foi. Recomendo em caso de tédio e vontade de dar um ou outro pulo de susto, mas não criem muitas expectativas.


Hotel Transylvania (Hotel Transilvânia)

Finalmente uma animação nova no cinema! Muito bem feita, gostei muito dos movimentos e das cores. A história em si perde o ritmo em alguns momentos, mas acho que vocês nunca vão me ver reclamando muito de filme de animação, ainda mais que fazia um tempão que não via nada novo desse gênero no cinema (Brave eu assisti em casa). Cee Lo Green de múmia ficou muito legal! 


Skyfall (007 - Operação Skyfall)

Nunca dei bola pra filme do James Bond e não entendi nada quando mudou do Pílce Brosnan pro Daniel Craig, mas esse filme foi foda. Lembram do Heath Ledger como Joker em Batman (como esquecer, né, fala sério)? Skyfall tem um vilão do mesmo estilo e se eu já tava gostando do filme antes do tal vilão aparecer, gostei ainda mais quando ele entrou na história. Achei muito inteligente terem abordado a relevância do James Bond na sociedade atual e o fato de que ele tá meio véio. Ótimo filme, recomendadíssimo. Pontos extras pela abertura com a música da Adele e gráficos muito loucos.


Silver Linings Playbook (O Lado Bom da Vida - pausa de pêsames pelo título vomitável)

Lindo! Atuação ótima da Jennifer Lawrence e do Bradley Cooper. Não lembrava que o Robert De Niro tava no filme, foi uma surpresa agradável - ele é ótimo. Adorei o desenvolvimento das personagens, senti como se eu tivesse conhecendo aquelas pessoas no mundo real. A interação dos protagonistas é divertida e o desenrolar da história é muito bem feito. Assistam!!


The Twilight Saga: Breaking Dawn - part 2 (A Saga Crepúsculo: Amanhecer - parte 2)

E acabou!! Todo mundo que passou os últimos anos enchendo o saco do universo tanto sendo fã idiota da série quanto reclamando de fãs idiotas da série podem calar suas respectivas bocas pela eternidade. Ufa, não? O filme em si até que prestou. Eu não li o último livro então não sabia o que esperar. Achei a cena da guerra incrível e o que fizeram logo em seguida ainda mais incrível. Gostei da atuação da Kristen Stweart (choque), adorei as paisagens do filme, odiei o efeito de mesclar a cara da filha dos dois no nenêzinho e achei os lobos toscos de novo. Tinham acertado no filme anterior, mas voltaram com a versão podre nesse último. Também me incomodei com a inconsistência na maquiagem do povo. Enquanto a Bella tava bonitona na cena do campo de batalha, pesaram a mão demais no delineador da Dakota Fanning e no pó dos vampiros do mal. O filme foi bom, não vou dizer que foi ruim, mas meu preferido da série foi o anterior, mesmo.

3 de outubro de 2012

Resenhas: Filmes que assisti em Setembro

Post meio atrasadinho porque eu tava na cozinha filmando receita, né gente, perdoa. 


360 

Não dá pra não dizer que não gostei porque me envolvi com a história e isso não acontece quando o filme é ruim. O que eu achei é que, pra esse tipo de filme (tudo está relacionado, o mundo dá voltas, a vida é um ciclo etc), o enredo foi meio fraco. Fiquei esperando maiores desenrolamentos e intrigas, mas nada grandioso aconteceu. As partes que eu mais gostei foram as que me deixaram nervosa na expectativa de que "agora vai" - se o "agora vai" tivesse ido, eu estaria falando melhor do filme agora. Valeu a pena por causa das roupas da Rachel Weisz.


Compliance

Esse filme foi incrível. Não sabia o que esperar quando resolvi assistir e me surpreendi. Acontece que a gerente de um restaurante de fast-food, no dia mais ocupado da semana, recebe uma ligação de um policial meio esquisito. Parece que uma das funcionárias do restaurante roubou dinheiro da bolsa de uma cliente e o policial precisa que a gerente o ajude a resolver o problema. A maneira como a história se desenvolve é muito interessante porque te faz questionar tudo que acontece. O que será que eu faria naquela situação? Será que dá pra saber o que eu faria sem nunca ter passado por algo parecido? É claro que algumas coisas que acontecem acabam parecendo absurdas no estilo "isso nunca aconteceria no mundo real", mas nesse caso acho que a gente simplesmente não tem como julgar. Muitos estudos já foram feitos tanto sobre a maneira como o ser humano reage quando tem poder, como quando é submetido à ordens horríveis e humilhação. Basta dizer que o filme é baseado em fatos reais. Parada louca psicológica, manos. Se assistirem, me contem depois. 



Bachelorette (Quatro Amigas e um Casamento)

Apesar do tema parecer meio recente, a comédia não decepciona. O humor é bem mais negro que o de Bridesmaids e a história não fica só na comédia. De vez em quando o filme te dá uns tapas inesperados de realidade. Eu valorizo essa qualidade (se for na dose certa, como nesse caso) em filmes de comédia porque acho que coisa toda fica um pouco mais real em vez de engraçada "porque sim" (embora isso também seja legal). Você se envolve com as personagens e o filme vai entregando detalhes sobre a vida de cada uma devagar. Não é o filme mais engraçado que eu já vi, mas vale a pena pelo lado negro do humor e da vida. Também foi legal ver a Kirsten Dunst interpretar um papel diferente do de boa moça de sempre.



Devil Inside (A Filha do Mal)

Bom, eu adoro filme de terror-espíritos-exorcismo-sangue-susto, né? São os mais me entretêm, não adianta. Quando ouvi falar desse, fiquei toda felizona porque fazia tempo que não saia coisa nova mãs as críticas foram deprimentes. Tudo quanto era lugar que eu lia sobre o filme detonava o coitado tanto, mas tanto, que eu nem me dei ao trabalho de assistir porque não é possível que todo mundo no universo odeie esse troço e eu seja a única que vá discordar. Então. Não achei ruim o sufiente pra justificar tanta crítica negativa, não. O que acontece é assim, o filme vai indo e, como todo bom filme dos capeta você fica achando que o negócio eventualmente vai se resolver de modo satisfatório tipo o bebê da vizinha agora tá cosdemonho. Mas não acontece. O filme termina sem explicar que diabos (rs) aconteceu e você fica lá tipo "sério que acabou assim?". O truque é assistir pelos sustos e não pela expectativa de um final bom. 



The Resident (A Inquilina)

Esse foi meio tosco. Apesar idéia ter sido boa e o filme ter caminhado enganosamente bem até certo ponto, a execução vai de ladeira abaixo quando a "ação" começa. Eu gostei muito do começo, por exemplo, quando depois de só um pouquinho de tempo de filme (você achando que tá sabendo legal das intenções da galera) tudo vira, num flashback de minutos. Uma coisa que me prende demais em histórias em geral é quando eu, fora da história, sei mais do que quem tá dentro dela, vivendo inocentemente. Fico querendo saber como a personagem vai descobrir o que tá acontecendo, o que vai fazer, como vai reagir. Essa, inclusive, foi outra parte que eu gostei no filme. Gostei do jeito que ela descobre (apesar de que, naquela situação, ter equipamento instalado e o velhinho da empresa indo embora ao mesmo tempo que o dono do apartamento chega foi meio forçado) e a reação foi muito boa - a mulher é boa atriz. Pena que foi aí que começou a tosqueira mesmo. De repente, um filme super tenso de suspense vira produção caseira de "terror" com direito a neguin fingir que morreu e abrir os olhos dramaticamente pra pegar o outro, sabe? Tosco. Já que tô reclamando, digo também que não entendi a necessidade exacerbada de tentar deixar a Hillary Swank sexy. Uma cena tomando banho, ok, mas lá pela quinta vez que ela deixa a toalha cair no chão eu já tava achando que os azulejos do banheiros tavam mais sedutores que ela. 



Looper (Looper - Assassinos do Futuro)

Estou sabendo da polêmica que o filme tá causando porque, aparentemente, o povo resolveu discutir o filme aqui nesse universo paralelo chamado ~internet~ em que discussões inúteis viram questão de honra. Acompanhei as críticas, concordo em alguns pontos e discordo em outros. Pra começo de conversa: o filme é bom. Gostei do jeito que o "mundo do futuro" é retratado porque é realista, achei a lógica do serviço de um looper completamente aceitável (inclusive a idéia de que é o looper que "fecha o seu ciclo") e achei interessante, no contexto, que a merda toda acontece por amor. As atuações foram todas muito boas: teria sido fácil pesar a mão representando um Bruce Willis jovem, mas o Joseph Gordon-Levitt usou a medida certa (nem sabia que era ele até pesquisar pra escrever esse post - ficou muito diferente no filme!!). Emily Blunt também foi bem e o molequinho foi impressionante. Dito isto, algumas partes do filme deixam a desejar em termos de explicação. Não explicam direito como a viagem no tempo funciona (regras, limites, consequências), nem como o molequinho saiu superpoderoso (se foi por causa do tal TK porque tanta indiferença com o assunto no começo?) e algumas outras coisas do tipo. Ao contrário de algumas resenhas acaloradas que eu li online, porém, esses "buracos" na trama não me fizeram perder o interesse na história porque não eram essenciais ao enredo - o que não significa que não me incomodei com essas perguntas não-respondidas, principalmente depois que o filme acabou e eu tive mais tempo pra pensar. De qualquer modo, acho que o filme vale a pena. Recomendo. 


End of Watch 

O filme é sobre o dia-a-dia de dois policiais em Los Angeles. Os dois são jovens e um deles tá numas de filmar tudo que acontece. Ao decorrer do filme, é inevitável acabar gostando dos dois e, justamente por isso, a história vai ficando cada vez mais tensa. Eles entram em uns buracos que só dá vontade de gritar "FI, SAAAAI DAÍ! NÃO MEXE NISSO, VAI PRA CASAAA!!!" pra ver se eles ouvem e param de enfiar em situações perigosas. Várias áreas diferentes do crime acabam aparecendo no filme, que usa um humor leve pra contrabalancear os climão. Os dois são relativamente inocentes e isso também contribui pro suspense do filme. Eu ficava o tempo todo pensando no bem deles, sabe? A única coisa que eu não gostei foi da tal câmera de mão - tava mexendo tanto que teve uma hora que começou a me dar enjôo (graças ao diretor não é a única câmera ao longo do filme todo, algumas são fixas no carro e outras são "normais", do ponto de observador). O final é meio chocante e a escolha da última cena é bem... peculiar. Ah, uma curiosidade pra vocês repararem quando forem assistir: o Jake Gyllenhaal com a arma não lembra o Capitão Nascimento invadindo a favela?


Cidade de Deus

Mais um filme brasileiro famoso que eu não tinha visto ainda! Achei bom. Gostei da narrativa da história e do jeito que explicam como a liderança do tráfico passa de mão em mão. Fiquei meio perturbada com aquela cena com as duas crianças contra a parede. Acho que é por saber que esse tipo de coisa acontece de verdade, sei lá. Outra coisa que eu gostei foi do filme ter se passado nos anos 70. É legal reparar nos figurinos, nos carros e equipamentos - é tudo tão... de verdade! E a galinha correndo pra não virar espetinho? Risos.


Melhores: Compliance 
Piores: 360 e The Resident

5 de setembro de 2012

Versão compacta - Filmes que assisti em Julho e Agosto

Como o atraso de posts aqui nesse blog tá tipo solucionar um problema de física dentro da boca aberta de um leão que sofre de dupla personalidade (complicado), resolvi fazer a lista dos filmes dos dois últimos meses de um jeito extremamente resumido, só pra modos de constar aqui, mesmo. 

Aí assim, vou colocar os filmes dentro de uma das três seguintes categorias: 1- bom (que significa que o filme é bom - ah, vá - e que eu recomendo portanto assista), 2 - até que vai (tem coisa tosca/ruim/chata mas até que vai) e 3 - ruim (mais auto-explicativo que "bom", né gente, por favor).

Depois se der tempo eu volto nesse post e coloco os fru-fru (provavelmente não, parem de chorar). 

Zodiac - bom.
Silent House - até que vai.
Human Centipede 2 - inclassificável (mais pra ruim?)
Being Flynn - bom.
Ted - bom.
Memento - bom.
Amazing Spider Man - até que vai.
Dark Knight Rises - até que vai (preferi o anterior).
Monalisa Smile (já tinha visto) - bom.
Cidade de Deus - bom.
Tropa de Elite 1 e 2 (já tinha visto) - bom (o 1 é mais PEDE PRA SAIR né, mas os dois são bons). 
Katy Perry The Movie - bom.
Battleship - até que vai.
Think Like a Man - até que vai.
Semi Pro - até que vai.
Intruders - até que vai.

Não há dúvidas de que estou esquecendo filme, porque além de ter ficado dois meses sem fazer post de filmes, eu também anotei os filmes assistidos que nem um elefante desenhando uma florzinha com giz num post-it (muito mal).

Se vocês quiserem que eu seja mais específica sobre algum desses filmes da lista, pidam nos comentários que eu deixo minhas revisões lá como resposta. Beijoototchau.

3 de julho de 2012

Resenhas - Filmes que assisti em Junho


Mais um post ligeiramente atrasado, mas tudo bem porque ninguém percebeu!


Men in Black 3 (Homens de Preto 3)

Bem divertido, como sempre. Josh Brolin, o ator que interpreta o “Agent K” jovem, é incrível. Realmente é difícil lembrar que não se trata da mesma pessoa, só que mais nova. O filme é meio longo e eu ouvi pessoas saindo do cinema reclamando que a história se arrastou um pouco. Não achei tão mal assim e adorei o jeito que de repente a história toda fez sentido, no final. Saíram até umas lagriminhas. Recomendo!


What to Expect When You’re Expecting (O Que Esperar Quando Você Está Esperando)

Teve partes engraçadas e, até meio surpreendente pra esse tipo de filme, partes mais sérias, tratando de problemas “reais”. É sempre interessante ver brasileiros em filmes de Hollywood e, pelo menos dessa vez, o Rodrigo Santoro teve falas de verdade. Uma coisa que eu reparei e que não pode deixar de ser mencionada: existe Photoshop pra vídeo? A cara da Cameron Diaz simplesmente não estava natural - e não era só reboco de maquiagem. Todo mundo sabe que ela tem rugas no rosto, que aconteceu? E já que estou falando mal, e esses braços à la Madonna, hein Cameron? Vamos dar um jeito nisso aí, amiga. O filme em si é legal, não foi tempo perdido mas também não foi “a” experiência de vida. Recomendo em caso de tédio.


Safe House (Protegendo o Inimigo)

Não gosto muito desse tipo de filme, então... blá. O história demora um pouco pra começar a fazer sentido e a falta de atitude do Ryan Reynolds até mais ou menos o meio do filme me deu agonia. Gostei da personalidade do Denzel Washington no filme e, apesar de certas decisões que são tomadas ao longo da história não fazerem muito sentido (tipo, quem faria isso no mundo real?), o jeito que as coisas terminam dá uma sensação boa de recompensa. Acho que pra esse estilo, o filme poderia ter sido melhor executado. Ficou na média.


Monster-in-Law (A Sogra)

Esse é um daqueles clássicos que eu sempre acabo assistindo quando vejo passando na TV. Acho divertido todas as vezes. Adoro quando a Jennifer Lopez finalmente percebe que pode dar o troco na mesma moeda e começa a aprontar pro lado da sogra louca.



Role Models (Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço)

Um minuto de silêncio em homenagem à mais um nome de filme assassinado pela tradução.

Pelo trailer parece ser mais engraçado, e eu odeio quando isso acontece. Você começa a ver o filme achando que dará altos risos e bom, não. Acho que o menininho que fica “sob responsabilidade” do Sean William Scott foi o único responsável pelas minhas eventuais risadas. Nem o McLovin que é O MCLOVIN me convenceu. Acho que eu tava esperando demais só porque sabia que era um filme com o Paul Rudd. Meh.


Bride Wars (Noivas em Guerra)

Acho que só tinha visto uma vez antes, mas entra na mesma categoria de “A Sogra”. Esses filmes de menina são muito irresistíveis, não aguento e gosto meio que autmaticamente, sabe? Pra quem nunca viu, a história é sobre duas amigas de infância que planejam o casamento juntas desde quando eram crianças. Dá uma coisa errada com as datas (as duas ficam noivas na mesma época) e o casamento das duas acaba sendo marcado pro mesmo dia, por acidente. Ao longo do processo, elas passam de cordiais a fora de controle e tem umas cenas bem boas. Recomendinho.


Hick (Hick)

A menina tem uma família meio "quebrada" e sai de casa aos 13 anos pra ir para Las Vegas. No caminho, ela acaba se envolvendo com umas pessoas bem estranhas. Achei a atuação da Blake Lively muito boa e gostei bastante do Eddie Redmayne fazendo papel de psicopata. Ele tem uma cara bem compatível pro personagem, digamos assim. Sobre a Chloe Moretz, não sei. Gosto dela como atriz e tenho certeza que ela tem futuro na indústria. O que não gostei muito nesse filme foi ter visto uma discreta introdução dela para o mundo como “mulher sexy”, acho muito cedo pra isso (ela tem só 15 anos). A inclinação da Chloe pra esse tipo de persona ficou clara desde Kick-Ass, quando ela interpretou um papel de menina novinha mas independente e forte. Veremos como a carreira dela se desenvolve. O filme em si é bom, mas algumas decisões tomadas não fazem sentido num contexto de vida real (estilo Safe House, é assim porque é filme e não vida real, simplesmente) e isso me incomoda um pouco. Ela fica naquela situação porque é inocente ou é só pro filme continuar mesmo? Quem assistir venha comentar comigo!


Madagascar 3 - Europe's Most Wanted (Madagascar 3 - Os Procurados)

Bem divertido. Acho que gostei mais desse do que dos outros dois (e gostei menos de todos dessa série do que de outras animações da Dreamworks que eu gosto bem mais). Vi em 3D e os efeitos e cores são lindos, isso deve ser dito. Adorei a cena do ta ta ta ra ra ra ta ta CIRCUS e algumas outras coisas foram bem engraçadas também. No geral, vale a pena!


Snow White and the Huntsman (Branca de Neve e o Caçador)

Infelizmente, esperava mais. O trailer do filme é tão incrível e obscuro que me fez achar que o filme todo seria mais intenso. Talvez tenha sido a falta de uma trilha sonora mais forte, não tenho certeza. De qualquer maneira, gostei muito da interpretação diferente da história e os efeitos especiais foram super bem feitos. Por incrível que pareça, não odiei da atuação da minha sósia Kristen Stewart (pessoas demais já disseram que eu pareço com ela, nunca sei se é elogio). Na verdade, a cena em que ela dança com os anões foi uma das que eu mais gostei. Outra que ficou marcada foi a que tem o bicho de chifre gigante, maravilhosa. 


That’s My Boy (Este é o Meu Garoto)

Considerando que é um filme com o Adam Sandler e que ele não tem participado dos melhores filmes ultimamente, esse foi ok. Algumas partes foram de comédia bem sessão da tarde, e outras, mais inteligentes. A história é baseada num caso real (nos anos 90 uma professora realmente ficou grávida de um de seus alunos da sétima série, foi presa e tudo). É legal, podem assistir. E tem a Leighton Meester que é linda.


Catch Me if You Can (Prenda-me Se For Capaz)

Nunca tinha visto e achei muito bom! Gostei do ritmo do filme, do jeito como a história se desenvolveu e do final! Não sei porque demorei tanto pra ver, já tinha ouvido falar bem do filme antes. Se vocês ainda não assistiram, assistam! Gostei mesmo.


Jeff Who Lives at Home (não achei a tradução)

Gostei bastante desse também. É um filme relativamente simples, mas a mensagem fica clara desde o início e evolui de um jeito bem legal conforme a história se desenrola. Não sei se foi a época da minha vida particular que me fez gostar tanto do filme, mas seja lá por qual motivo, gostei. Definitivamente não é comédia, mas tem cenas engraçadas. Recomendo!!


Melhores:  Catch Me If You Can e Jeff Who Lives at Home
Piores: Role Models. 

2 de junho de 2012

Resenhas - Filmes que assisti em Maio

Esse mês teve bem menos filmes que o normal. Por incrível que pareça, quando tenho uma semaninha de férias prefiro ficar no sol até as oito horas (mesmo) do que enfurnada nas cavernas cinemáticas. Assisti bastante TV e várias séries, mas séries não contam como filme então vamos lá:



This Means War (Guerra é Guerra!)

Filminho comédia romântica básico, regado com boas partes de ação pros namorados que estão lá porque não teve jeito. O principal motivo pelo qual eu queria ver esse filme é que eu sabia que a Chelsea Handler (apresentadora de um talk-show muito engraçado) estava nele, e queria vê-la na telona. Não me arrependi de ver e não achei a história completamente previsível, coisa boa quando falamos desse tipo de filme, né?


Brüno (Bruno)

Quem ainda não sabe quem é Sacha Baron Cohen provavelmente achará difícil assistir esse filme inteiro. A primeira vista realmente só um absurdo atrás do outro, mas, só o fato de que tudo que acontece no filme REALMENTE acontece é suficiente pra despertar pelo menos uma certa curiosidade (só pra contextualizar caso vocês não tenham visto: a história é sobre um fashionista austriaco fazendo de tudo pra ser famoso, e uma das idéias que ele tem ao longo do filme é de encontrar algum terrorista que aceite sequestrá-lo porque "pessoas sequestradas por terroristas ficam famosas". Ele então vai até algum buraco do Oriente Médio e acha o líder real de uma organização terrorista. Senta frente à frente com o cara e diz coisas tipo "vocês aqui precisam esquecer o Osama Bin Laden. Ele parece um Papai Noel sem teto com aquela barba - mas e aí, você topa me sequestrar?"). É muito engraçado e toda a crítica social atrás da história é muito interessante. Sasha Baron Cohen é um cara muito inteligente. Obviamente, o humor é ofensivo e, por falta de adjetivos diferentes, absurdo - mas é ótimo. Procurem entrevistas do Sacha Baron Cohen (especialmente as que ele dá no David Letterman), pelo menos disso vocês com certeza não vão se arrepender. 


The Dictator (O Ditador)

Esse é o filme mais novo do mesmo cara. Tem mais produção e outros atores famosos, mas nem por isso é menos ofensivo ou menos engraçado. O ditador de Wadiya (que "mata" todo mundo que discorda com ele)  vai para os Estados Unidos responder pelos seus planos nucleares e, de um jeito que vocês só vão saber se assistirem o filme, acaba tendo que trabalhar numa loja vegetariana. Muito bom.


Só pra constar, assisti "Como Perder Um Homem em 10 Dias" de novo, esse mês. 

Melhores: The Dictator
Piores: não teve piores (quase não teve filme né gente)

4 de maio de 2012

Resenhas - Filmes que assisti em Abril

Post meio atrasado, mas vamo que vamo. 


The Cabin in the Woods (não achei a tradução)

É daqueles filmes que conforme vão chegando perto do fim ficam cada vez mais absurdos. De certa forma, esse tipo de filme é interessante porque não tem jeito de prever o que vai acontecer no final - o nível de imaginação de quem escreveu o roteiro é tão grande que simplesmente não dá. Em termos de história propriamente dita, o filme fica na média. Se trata de um grupo de amigos que viaja pra uma cabana no meio do nada. Coisas estranhas começam acontecer e as pessoas reagem estranhamente - na verdade a cabana é controlada por uma rede de TV. Senti que o filme tentou passar uma moralzinha no fim, mas não me convenceu. Recomendo se você estiver procurando por entretenimento simples.



The Five-Year Engagement (Cinco Anos de Noivado)

Também me surpreendi com o jeito que a história se desenvolveu nesse filme. Pelo trailer, eu fiquei com a  impressão de que muitas aconteceriam ao longo dos cinco anos e que a comédia no geral seria leve. Clássico caso de expectativa demais baseada em trailer. O filme não é ruim, mas é bem mais pesado e "profundo" do que eu tinha me preparado pra ver. O casal se muda de São Francisco pra uma cidade menos movimentada e, enquanto a mulher se realiza intelectualmente na faculdade dos sonhos dela, o homem fica meio de lado. O filme foi escrito pelo próprio Jason Segel e tem partes divertidas, mas colocar esse "Bridesmaids (Missão Madrinha de Casamento)" gigante no cartaz relacionando um filme com o outro é só tática de marketing (misleading) porque são tipos completamente diferentes de humor.


21 Jump Street (Anjos da Lei)

Esse sim foi o que prometeu no trailer. Comédia divertida do começo ao fim, com direito até a surpresinha pra quem conhece a série de mesmo nome que estrelava ninguém mais, ninguém menos que sr. Johnny Depp nos anos 90. Na realidade a surpresinha é pra todo mundo porque, mesmo sem saber de nada da série antiga, fica tudo muito claro do jeito que fizeram no filme. Recomendo! (A única coisa que me encafifou e que eu tenho que deixar registrada aqui é a seguinte: se os dois protagonistas são adultos apenas com CARA de adolescentes, romancezinho com menina do High School configuraria pedofilia, não? Desculpa estragar a inocência da coisa pra você que não teria pensado nisso se não fosse por esse comentário, não foi a intenção).


The Raven (O Corvo)

Filme de mistério e "horror" que foi censurado aqui só pra maiores de 18. Uma série de crimes baseados nas histórias de Edgar Allan Poe começa a acontecer. Quando policiais e detetives vão atrás do escritor tirar satisfações, descobrem que Edgar é inocente e entendem que ele será chave essencial para a resolução dos crimes. O filme é ótimo e a história me inspirou profundamente a me dedicar mais à escrita de textos de suspense e terror. Quem sabe publico alguma coisa aqui no blog? Aguardem!


Titanic 

Sim, eu fui ver a versão 3D do filme e posso dizer com orgulho que não me arrependo. O trabalho de 3D foi muito bem feito (vi entrevistas do James Cameron reclamando que foi uma das coisas mais trabalhosas e  chatas que ele fez na vida) - a imagem do filme é tão perfeita que parece que foi filmado ONTEM. Aliás é esquisito ver o Leonardo diCaprio todo trabalhado na piveteza pós-adolescentística sabendo que ele é essa coisa meio roliça sem pescoço com cara de alcoólatra hoje em dia. Enfim - o filme é incrível e merece a posição de clássico que conquistou. Consertaram erros (parece que as constelações do filme original tavam erradas pra época) e melhoraram a qualidade das cenas de fundo verde que eu lembro que me incomodaram desde a primeira vez que o vi o filme em 97 (imaginem eu, com sete anos, reclamando da qualidade de cenas de fundo verde. Pois é, amigos).


Office Space (Como Enlouquecer seu Chefe)

Filme antiguinho, bem legal. Basicamente, retrata a vida e os problemas de quem trabalha em escritório (desde chefes insuportáveis até impressoras que não funcionam). Peter Gibbons, personagem principal,  acaba sendo hipnotizado para "não se preocupar tanto com o escritório e simplesmente relaxar", só que o hipnotizador MORRE (risos) e Peter fica sem sair do estado de hipnose. Falta dias no trabalho e quando resolve voltar, aparece de chinelo e shorts. Muito bom, assistam!


Contraband (Contrabando)

Filme incrível de ação e certo suspense, típico filme de homem. Eu nunca me interesso muito por esses à primeira vista, mas sempre que me arrisco a sentar e de fato assistí-los, acabo gostando. A história é muito legal e a parte de ação acontece num navio, o que eu achei fantástico e diferente do combo usual carros + helicópteros. Recomendo.


The Muppets (Os Muppets)

Apesar de ter certeza que alguma coisa aconteceu na minha infância que me fez sempre ser meio assim com os Muppets, resolvi assistir o filme porque tinha ouvido de várias pessoas diferentes que valia a pena. É musical (então pros odiadores de musicais - não é o meu caso - já fica o aviso) e bem bonitinho. Também foi escrito pelo Jason Segel (que atua no filme) e no geral eu gosto bastante do humor dele. A história é divertida porque é baseada no fato de que os Muppets não são mais famosos e ninguém liga mais pra eles; por isso, os fãs tentam reunir o grupo que está espalhado e seguindo em frente com suas respectivas vidas. Posso falar que odeio a Piggy? Odeio a Piggy.  


Melhores: 21 Jump Street, The Raven, Titanic, Office Space e Contraband. Sério, todos esses.
Piores: nenhum foi RUIM, ruim.

Assistiram algum desses? Vamos conversar nos comentários!